Gestão dos Parques do DF pode ser feita por parceria com empresas e comunidade
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Gestão dos Parques do DF pode ser feita por parceria com empresas e comunidade


Ao assumir a gestão ecológica do Distrito Federal, há pouco mais de um ano, o Instituto Brasília Ambiental aceitou um desafio árduo: recuperar e manter os parques de toda a região. Dedicação não tem faltado. O problema é que o orçamento destinado ao meio ambiente no DF abocanha apenas 0,2% da verba total do GDF. Além de pouco, o dinheiro ainda é dividido entre várias atividades que ficam sob a responsabilidade do órgão ambiental. Para driblar as dificuldades financeiras, o plano é apelar para a comunidade e para empresas interessadas no assunto.
Segundo o diretor de parques do Ibram, Luiz Otávio Campos, o DF possui 69 parques. Destes, 27 serão repassados às administrações regionais por não apresentarem atributos naturais como mananciais, áreas verdes ou de proteção ambiental. A primeira área devolvida foi o Parque Sarah Kubitschek – popularmente conhecida como Parque da Cidade -, que já está sob os cuidados da administração de Brasília desde outubro de 2008. O mesmo deve acontecer em todas as cidades do DF. “São espaços urbanos que podem ser usados para lazer, esportes e cultura. Não é da ossada do Ibram cuidar de áreas assim”, explicou Luiz Otávio.
Nas outras 42 áreas restantes a ordem é agir mais e gastar menos. Para isso, o Instituto já começou a criar Comitês de Implantação de Parques. São grupos formados por voluntários da comunidade que se propõem a estudar os espaços verdes e planejar investimentos futuros e melhores formas de manutenção. “A intenção é ouvir a população para saber de que forma querem usufruir dos lugares que possuem”, disse o diretor. “Assim saberemos o que cada parque permite, o que a população sugere e o que podemos fazer”.
Há algum tempo, o órgão iniciou também um trabalho que envolve parcerias público-privadas por meio do programa Abrace um Parque. O objetivo é traçar gestões compartilhadas e trair investimentos de empresas particulares na recuperação e posterior manutenção de áreas degradadas. Em troca, as organizações poderiam usar o espaço para promoção dos serviços prestados. Até o momento foram fechadas nove parcerias do tipo. Entre elas com as empresas, Gontijo, Direcional Canário Engenharia LTDA, o Instituto de Permacultura, Instituto de Holística Universal e mais.
Fonte: Tribuna do Brasil



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